Eleições 2010
Petista fica com 52% dos votos válidos; margem de erro é de dois pontos
Pesquisa nacional realizada pelo Datafolha nos dias 28 e 29 de setembro mostra oscilação positiva de um ponto percentual na taxa de intenção de voto da candidata do PT, Dilma Rousseff na disputa pela Presidência da República. A ex-ministra de Lula fica com 47% das menções contra 44% da soma dos outros candidatos. José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) mantiveram os percentuais obtidos no levantamento feito um dia antes – 28% e 14%, respectivamente. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), alcança 1%, nenhum dos outros candidatos atinge a marca. Votos brancos e nulos somam 3%. Permanecem indecisos 6% dos eleitores.
A vantagem da petista para os demais candidatos, que no dia 27 era de dois pontos percentuais, agora fica em três pontos. Quanto menor a diferença entre o líder das intenções de voto e os outros candidatos, maior a probabilidade de segundo turno.
Considerando-se apenas os votos válidos, Dilma chega a 52% contra 48% dos demais candidatos. No levantamento feito na segunda-feira desta semana, essa taxa correspondia a 51%. José Serra e Marina Silva oscilaram negativamente um ponto percentual, cada e têm agora 31% e 15%, respectivamente. Plínio chega a 1%.
Para vencer a eleição no primeiro turno, Dilma Rousseff precisa de 50% mais um dos votos válidos. Como o resultado obtido pela petista está no limite da margem de erro prevista para o estudo (dois pontos percentuais), seria impossível afirmar com certeza que a ex-ministra seria eleita presidente no primeiro turno, caso a eleição fosse agora.
A oscilação positiva de Dilma no total da amostra se dá principalmente por conta da evolução da petista entre os moradores do Sul e Sudeste do país nestes dois últimos dias.
Na intenção de voto espontânea, Dilma oscila positivamente um ponto percentual e fica com 38% das menções. Serra também variou um ponto positivo e chega a 22%. Marina mantém-se estável com 11%. A taxa de indecisos oscila de 24% para 23%.
Sobre a rejeição dos eleitores aos candidatos a presidente, não são observadas variações expressivas. Serra é reprovado por 31%, Dilma por 27% e Marina por 17%. Plínio é que teve oscilação de 24% para 22% na resistência pelo seu nome.
Em simulação de segundo turno, Dilma tem 53% e serra 39%, 40% ainda desconhecem número dos candidatos
Na simulação de segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra, a petista também oscilou positivamente um ponto percentual. Passou de 52% para 53%, enquanto o tucano manteve seus 39%. Brancos e nulos totalizam 5% e dizem não saber em quem votar, caso ocorra o confronto, 3% dos entrevistados.
Sobre o conhecimento do número dos candidatos, 55% acertam os algarismos a serem digitados na urna para confirmar o voto para presidente da República. Erram ao arriscar uma resposta 3% dos eleitores, enquanto 40% admitem desconhecê-los e 2% afirmam não saber como anular o voto.
Entre os eleitores de Dilma a maioria (64%) cita o número 13. Entre os que pretendem votar em José Serra, essa taxa é de 53%. Marina Silva continua sendo a candidata com pior desempenho no conhecimento de seu número. A taxa dos que citam corretamente o número da candidata do PV cresceu sete pontos, mas ainda não é majoritário – subiu de 32% para 39%.
Mais uma prova da força das Redes Sociais
A ação foca quatro redes sociais: Orkut, Facebook, Twitter e LinkedIn. Para ter acessá-las gratuitamente por um ano, o usuário terá que contratar um plano que inclua um pacote de dados, sendo que o mais simples é o Sob Medida, que oferece 10 MB, configuração de voz, dados e troca de mensagens (SMS).
A Claro também está aliando a oferta gratuita de acesso a redes sociais com os smartphones.
A campanha publicitária do lançamento abrangerá TV aberta, canais por assinatura, rádio, mídia online, cinema e ativação nos pontos de venda. Posteriormente, haverá desdobramentos virais no Facebook, Twitter e Orkut.
A Claro, anunciante tradicional do Domingão do Faustão, da Rede Globo, não deve usar o apresentador para falar dessa nova campanha e tampouco o perfil do jogador Ronaldo, no Twitter. Apesar disso, na semana passada, o craque do Corinthians postou supostas reclamações da operadora em seu Twitter, causando até um estranhamento entre seus seguidores. Logo depois, porém, a operadora esclareceu que as mensagens de Ronaldo eram, na verdade, um teaser da campanha.
Refrigerante "Jesus", alguém já ouviu falar?
Novo Twitter vai ajudar usuários e anunciantes
Seus usuários, atualmente, precisam de aplicativos de terceiros, como TweetDeck e Hootsuite, que, em muitos casos, têm mais ferramentas do que o próprio Twitter. A mudança será lenta e gradual, sendo que somente 1% dos usuários tiveram acesso à atualização na noite desta terça-feira, 14.
O CEO da rede Evan Williams descreveu o serviço como uma rede de informações construída para ajudar usuários a se comunicarem e descobrirem o que é relevante para as pessoas em seu mundo. E, com o novo desenho, afirma, “poderemos clicar em um tweet e ter uma experiência mais rica, mais rápida, mais detalhada, e ter acesso a conteúdo relacionado”.
A empresa anunciou acordos com 16 provedores de conteúdo, incluindo YouTube, Fickr, Twitpic e Ustream para disseminar essas experiências de mídia.
Williams relevou ainda que 78% dos acessos ao Twitter são feitos pelo próprio site e 14% ocorrem pelo aplicativo de mobile de propriedade da rede. Outros aplicativos têm se tornado populares, mas ainda não tem escala.
Sobre capacidade, executivos do Twitter afirmaram que o novo site ficará estável mesmo diante de febres como Justin Bieber, e os 370 mil novos usuários que entram no serviço a cada mês.
Algumas das mudanças de layout: a linha do tempo muda de lado, indo para o lado esquerdo, e o painel à direita permitirá um olhar expandido para aquilo que o usuário está clicando. Pode ser uma biografia detalhada de um usuário, uma lista de pessoas que retweetaram o tweet original, ou uma foto ou vídeo ligados ao tweet.
O redesign dará também maior visibilidade para tweets patrocinados e para tendências.
O diretor de operações Dick Costolo, que tem a responsabilidade de tornar o Twitter um bom negócio, afirmou que planeja começar mostrando essa novidade para os anunciantes o quanto antes. “O benefício da nova interface é oferecer mais oportunidades para os usuários explorarem conteúdo. É uma maneira de eles se engajarem com os tweets”. Claro que os usuários podem ser traduzidos também por anunciantes.
Antes da mudança, se um anunciante quisesse ver quantas pessoas responderam a um tweet seu ele tinha muitas dificuldades. Agora, ele está a poucos cliques de conseguir informação de maneira imediata.
Além disso, se um anunciante quer mostrar uma foto ou vídeo, o conteúdo pode ser visualizado de maneira imediata. “Em um caso recente de Toy Store, eles tweetaram um link que levava para um outro site que mostrava o trailer do filme. Agora, o conteúdo estará logo ali, bem como informações sobre retweets e comentários”, diz. Para Costelo, anunciantes como Nike, Starbucks, Virgin, Pepsi e Coca-Cola, com os quais o Twitter tem trabalhado, poderão ampliar muito a capacidade de se comunicar com seus consumidores.
Grupo Abril assume controle da Elemidia
O presidente da Elemidia, Felipe Forjaz, assume, nessa nova fase, como CEO da empresa. "O Grupo Abril adquiriu 70% do capital acionário da empresa e, com essa transação, o fundo de investimentos Tiger Global, que era acionista desde 2006, sai completamente do negócio. A família Forjaz e alguns executivos permanecem com 30% das ações", afirma Forjaz. O conteúdo da rede Elemidia passa a ser definido pela Abril.
O Grupo Abril divulgou nota nesta segunda-feira, 13, sobre a aquisição pela qual afirma inaugurar uma nova fase de conteúdo em mídia digital out of home. O presidente executivo do grupo, Giancarlo Civita, disse que o objetivo da aquisição é reforçar o negócio iniciado pela família Forjaz. "Ao investir na Elemidia passamos a ter mais um canal importante de distribuição de conteúdo, totalmente em sinergia com as diretrizes e os valores da Abril", declarou Civita.
Saiba o que está por dentro da caixa preta do Google
Os dados trazem algumas constatações interessantes sobre as estratégias de algumas empresas. A BP, por exemplo, logo após o caso do vazamento no Golfo do México, ampliou seus investimentos de forma substancial, saindo da casa de US$ 27 mil para mais de US$ 3,6 milhões, o que a transformou em uma das maiores anunciantes deste canal. A empresa adquiriu expressões como “derramamento de óleo”, “atualização ao vivo de notícias” e “vazamento”.
O ranking é liderado pela operadora de telefonia AT&T, que colocou mais de US$ 8 milhões no serviço AdWords. No mês de junho, a companhia elevou seus esforços por conta do lançamento do iPhone3. Também estão à frente no ranking a Apollo Group , empresa por trás da Universidade de Phoenix (US$ 6,7 milhões), o site de viagens online Expedia (US$ 6 mi), além das varejistas eBay (US$ 5,9 mi) e Amazon (US$ 4,3 mi).
Por outro lado, marcas importantes como GM, Walt Disney, Eastman Kodak e BMW investiram menos de US$ 500 mil no mês de junho. A Apple também ficou abaixo de US$ 1 milhão, bem como a Intel.
Entre os maiores investidores do Google estão empresas que dependem do tráfego de buscas, inclusive aquelas que revendem o AdWords ou apenas compram o tráfego do Google para revender para seus próprios anunciantes, incluindo a Living Social, que investiu US$ 2,4 milhões, e Yellowpages.com, com US$ 1,2 milhão.
O documento mostra que este é ainda de um negócio muito diluído, já que os 10 maiores anunciantes representam menos de 5% das receitas do Google nos Estados Unidos.
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Circulação de revistas semanais cresce no semestre
Este nicho cresceu 15,5%, com uma inversão em sua liderança: com alta de 14,5%, Viva Mais atingiu circulação média de 245 mil exemplares semanais e ultrapassou Ana Maria, que avançou 6%. Também foram bem Tititi (alta de 24%), Malu (14%), Minha Novela (16%), TV Novelas (23%), Sou+Eu (42%) e TV Brasil (20%).
A circulação das revistas de celebridades aumentou 10% no primeiro semestre, com Caras, que responde por mais da metade do segmento, avançando 8%; Contigo, 4%; Quem, 22%; e IstoÉ Gente, 18%.
Entre as informativas, a média oscilou negativamente 1%, mesmo índice da líder Veja, que representa 58% deste nicho e tem circulação média de um milhão de exemplares por edição. Época caiu 2%, IstoÉ avançou 1% e CartaCapital encolheu 8%.
A infantil Recreio perdeu 18% de sua circulação. Entre as revistas quinzenais, o grande destaque é a Capricho que teve alta de 53%, atingindo média de 205 mil exemplares por edição — o que comprova um impressionante apetite no público adolescente.
Estes números só comprovam que mesmo com internet e a explosão das mídias sociais, as mídias tradicionais, como as revistas ainda tem seu espaço.
Impressora 3D para escritório é lançada no Brasil
A impressora 3D Dimension Elite, da Stratasys, feita para realizar prototipagem rápida em escritório, foi lançada no Brasil. O aparelho é silencioso e não emite gases tóxicos.
E agora? Qual será o futuro das empresas de maquete e algumas outras?
Executivo de atendimento: elo fundamental de uma corrente de bons resultados
Dizem que uma agência de publicidade não sobrevive sem um executivo de atendimento, assim como um executivo de atendimento não sobrevive sem um cliente. Mesmo não sendo propriamente original, a frase contém um intrigante convite à reflexão, principalmente se considerarmos que a perfeita interação entre o anunciante e a agência depende do sucesso de qualquer iniciativa de marketing. Não há como negar, portanto, que o profissional de atendimento é um dos elos vitais dessa corrente de bons resultados.
De saída, reconheço que a vida desse executivo não é nada fácil. Após receber uma idéia, ele tem a missão de dar consistência ao briefing e ajustá-lo à realidade do anunciante. Depois, deve redistribuir todas as informações à agência para materializar a idéia original na forma de uma campanha. Também sofre com as próprias equipes que, por melhor que sejam, não estão totalmente absorvidas em relação à realidade do cliente. Nesse cenário, ele é o fiel da balança, responsável por buscar o fino equilíbrio entre raciocínio e criação. Diria, por isso, que ele tem que ser um “expert” em atitudes, ter caráter e retidão no relacionamento para sobreviver no complicado convívio entre a terra e o mar, unindo pessoas diferentes em torno de um objetivo comum.
Mas, afinal, quais características ajudam a definir um bom executivo de atendimento? Como a pergunta tem várias respostas, vou me restringir a poucos aspectos que considero mais relevantes. Como anunciante, não quero receber apenas o que preciso, mas também o que a agência é capaz de me oferecer a partir de sua percepção. Nesse sentido, o profissional de atendimento tem que ter o perfil de alguém constantemente insatisfeito, um visionário que busca sempre novas alternativas. Invariavelmente, isso nos leva a boas surpresas, idéias capazes de transformar um detalhe em uma grande iniciativa ou campanha. Em outras palavras, ele deve ter a capacidade de reconhecer e identificar oportunidades, até mesmo naquilo que desponta inicialmente como um problema. Precisa desenvolver uma visão de negócio, ter um entendimento absoluto do mercado de atuação do anunciante, ser um empreendedor com a percepção de como uma idéia pode gerar vendas e receitas. Para isso, deve explorar, durante o briefing, os pontos relevantes, uma busca saudável de insights e idéias que possam fazer parte da construção do caminho criativo. A atitude, portanto, é fundamental, quase existencial. Nas mãos do atendimento está o acelerador do cliente perante a agência. Ele, por outro lado, poderá também impulsionar fortemente os projetos e ações do cliente, desde que esteja bem afinado com o líder de marketing da organização que atende, atuando como efervescente alavancador dos gestores de suas equipes.
Os anos também me ensinaram que o executivo de atendimento deve ter porte e estatura — combinação que prefiro chamar de “humildade elegante” — para interagir de forma positiva com todos, desde as equipes do cliente responsáveis pela condução do dia-a-dia até a direção de marketing e, eventualmente, os próprios executivos da organização. Entre outras vantagens, essa capacidade de transitar evita que se perca a visão mais estratégica. Cabe aqui um alerta, outro reflexo da minha experiência na área: o executivo de atendimento jamais pode discutir com o cliente, cuidado essencial para não criar resistências desnecessárias. Ele pode e deve, isso sim, ter uma boa estrutura de argumentação para fazer valer seu ponto de vista com inteligência. Seria como fazer uma releitura da célebre frase: Por que você está correndo tanto se está indo para o lado errado?
Mas entre as várias características de um ranking virtual de “bons atributos”, um surge como fundamental: a habilidade — nem sempre facilmente encontrada — de se antecipar aos cenários, o poder de começar os estudos de uma nova proposta no exato instante em que uma campanha é aprovada. Mais do que dever de um bom profissional, esse posicionamento costuma contribuir para uma longa e proveitosa relação entre anunciante e agência — o que, convenhamos, não deixa de ser a função essencial da existência do executivo de atendimento.
Fonte: Edição 1292 do Meio & Mensagem
Em planejamento, elas ganham mais do que eles
Para Ulisses Zamboni, presidente do Grupo de Planejamento (GP) e sócio-diretor da Santa Clara, o setor já teve mais mulheres do que homens mas, hoje, considerando-se os novos profissionais, a conta está equilibrada. “Essas mulheres vieram do setor de pesquisa e viram um filão interessante no planejamento de publicidade. Com isso, temos hoje mais mulheres nos níveis gerenciais e de direção, o que acaba refletindo na média salarial maior”, afirma.
Mas a média somada entre homens e mulheres ainda fica devendo à dos outros países. Um planejador ganha um salário médio anual de R$ 49 mil aqui no Brasil, menos do que os US$ 57,5 mil dos Estados Unidos (contando todas as cidades pesquisadas) e as £ 37,5 mil somente da cidade de Londres.
Dentre os outros cargos, o assistente de planejamento recebe em média R$ 24,5 mil por ano no Brasil, contra US$ 43 mil nos EUA e £ 24,5 mil em Londres. Acima do planejador, está o planejador sênior, que recebe R$ 88 mil por ano no Brasil, US$ 100 mil nos EUA e £ 63,5 mil na capital inglesa.
Já na esfera de cargos executivos, o gerente de planejamento embolsa R$ 184 mil no Brasil, contra US$ 166,5 mil nos EUA e £ 88 mil em Londres. E o diretor de planejamento ganha R$ 215 mil aqui, contra US$ 193 mil nos EUA e £ 104 mil em Londres. A diferença entre o Brasil e os outros locais pesquisados vai diminuindo conforme aumenta o cargo, o que pode ser explicado pela escassez de lideranças aqui no País, especialmente no nível gerencial.
Na realidade, a distância real entre os países não é tão grande quanto mostram os números, por um motivo muito simples: “Temos de considerar que muitos brasileiros assinalam seu salário mensal no campo de salário anual. Inclusive vamos conversar com a Heather para que os próximos estudos sejam mais claros para os brasileiros, até com tradução”, afirmou Ken Fujioka, head de planejamento da JWT e ex-presidente do GP. Ao todo, 249 brasileiros responderam à pesquisa, um contingente menor somente do que o de norte-americanos, com 682.
Setores pequenos
O estudo mostrou ainda que o Brasil não tem nenhum setor de planejamento com mais de 20 profissionais, fato que é mais comum nos EUA e em Londres. Cerca de 11% dos participantes do estudo disseram trabalhar em setores com uma quantidade de pessoas maior do que duas dezenas. "O planejamento no Brasil ainda é muito superficial e as campanhas não têm posicionamento estratégico. Olha-se ainda muito mais para o brilho criativo do que para a origem desse brilho", analisa Alexandre Gama, presidente e diretor geral de criação e planejamento da Neogama/BBH.
A rede à qual a Neogama pertence, aliás, foi a mais bem quista pelos profissionais de setor no mundo. A BBH foi apontada, ao lado da Wieden+Kennedy, por 15% dos entrevistados como a dona do departamento de planejamento mais destacado. Em seguida, vieram Crispin, Porter + Bogusky, (12%), Goodby, Silverstein & Partners (11%), JWT (7%), Fallon (4%), Anomaly (3%) e Ogilvy (2%).
| Salário médio por gênero no Brasil | ||
| Cargo | Salário | |
| Homem | Mulher | |
| Assistente de planejamento | R$ 23 mil | R$ 26 mil |
| Planejador | R$ 47,5 mil | R$ 52,5 mil |
| Planejador Sênior | R$ 81,5 mil | R$ 108,5 mil |
| Gerente de planejamento | R$ 146,5 mil | R$ 240 mil |
| Diretor de planejamento | R$ 200,5 mil | R$ 247,5 mil |
| Salário médio (anual) | |||
| Cargo | Brasil * | EUA (total do país) | Reino Unido-somente Londres |
| Assistente de planejamento | R$ 24,5 mil | US$ 43 mil | £ 24,5 mil |
| Planejador | R$ 49 mil | US$ 57,5 mil | £ 37,5 mil |
| Planejador Sênior | R$ 88 mil | US$ 100 mil | £ 63,5 mil |
| Gerente de planejamento | R$ 184 mil | US$ 166,5 mil | £ 88 mil |
| Diretor de planejamento | R$ 215 mil | US$ 193 mil | £ 104 mil |
| CEO e Diretor de Planejam. | R$ 216 mil | ** | ** |
* Profissionais brasileiros entrevistados pela reportagem alertaram para o fato de que muitos profissionais inserem seus salários mensais ao invés dos salários anuais, o que pode levar para baixo os resultados do Brasil. Um deles entrará em contato com os organizadores da pesquisa para que no próximo ano o problema seja evitado.
** Nestas localidades, nenhum profissional se declarou neste cargo
Fonte: http://www.mmonline.com.br



